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A RCI destaca o Uruguai como um centro regional confiável após mais de 20 anos de operação a partir da Zonamerica
Estabilidade institucional, talento bilíngue e um ambiente operacional previsível explicam por que a multinacional americana RCI consolidou no Uruguai seu centro regional para a América Latina e o Caribe
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“Em mais de 20 anos no Uruguai, não houve um único episódio que comprometesse a estabilidade de nossa operação.” A afirmação é de Andrés Natalevich, diretor de Operações para a América Latina e o Caribe da RCI, a maior rede global de intercâmbio de férias, e resume um dos principais atributos que levaram a empresa a escolher — e manter — o país como base regional.
A RCI, empresa americana com mais de 50 anos de trajetória e pioneira no modelo de timeshare exchange, opera a partir de Montevidéu — no parque empresarial Zonamerica — todos os seus serviços para a América Latina.
Em entrevista publicada pela Zonamerica, Natalevich analisou os fatores que explicam a decisão estratégica de se instalar no Uruguai há mais de duas décadas e por que esse posicionamento segue válido. “Não é um único elemento, mas uma combinação difícil de replicar na região”, afirmou.
Talento, regime de zonas francas e estabilidade
Um dos principais diferenciais destacados é o capital humano. Quase metade da operação regional da RCI está concentrada no Brasil, o que exige atendimento em português com padrões nativos. “Hoje contamos com mais de 150 guias com domínio bilíngue ou nativo do português, algo praticamente único fora do Brasil”, disse Natalevich.
A isso se soma o regime de zonas francas, que oferece um marco operacional claro, regras estáveis e um ecossistema de serviços maduro — fatores fundamentais para uma empresa de serviços. O terceiro pilar é a estabilidade do país: “regras previsíveis, instituições que funcionam e um ambiente que permite planejar”, destacou.
Zonamerica como plataforma internacional
A RCI opera na Zonamerica há duas décadas. A partir do Uruguai, coordena operações para mercados tão diversos como México, Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Venezuela, adaptando seus serviços às particularidades culturais de cada um sem perder consistência. “Com o tempo, o Uruguai deixou de ser apenas um centro de suporte e passou a ser um verdadeiro motor de crescimento regional”, concluiu Natalevich.
O caso da RCI reafirma o posicionamento do Uruguai como plataforma regional para serviços globais, combinando estabilidade, talento e um ambiente de negócios confiável — elementos essenciais para atrair e reter investimentos de longo prazo.
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