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Da pandemia a Buenos Aires: o salto exportador da Dos Orientales
Para a Dos Orientales, o salto exportador não apenas abriu um novo mercado, mas também redefiniu sua capacidade produtiva. Atualmente, sua planta em Montevidéu produz cerca de 45.000 pizzas por mês — o equivalente a 1.100 por dia — e opera no limite, em dois turnos, para atender tanto a demanda local quanto internacional.
“Aqui já tínhamos chegado perto do limite nas grandes superfícies. Sair para o exterior é fundamental para sustentar o crescimento”, afirmou Sánchez. E acrescentou: “Se você acredita no seu produto e consegue um preço competitivo, ele se destaca sozinho”.
A expansão também exigiu decisões operacionais. O aumento da demanda levou à redução da atividade do restaurante — que hoje funciona de quinta a domingo — para priorizar a produção e manter os 35 postos de trabalho vinculados ao negócio.
Paralelamente, a empresa avalia novos investimentos para automatizar processos e ampliar sua capacidade. Os sócios planejam incorporar maquinário automático da Itália, com o objetivo de dobrar o volume de produção e acompanhar o crescimento.
A entrada na Argentina, um mercado próximo, porém exigente, também funcionou como validação. Segundo a empresa, a resposta inicial foi positiva e novos pedidos já estão sendo projetados. Agora, começam a surgir oportunidades em outros mercados. “Estamos olhando para Brasil e Chile como próximos passos. Isso tende a crescer em cadeia”, adiantou. Com esse impulso, estimam encerrar o ano com crescimento de pelo menos 30% no faturamento e dobrar ou até triplicar a produção até 2027.
Além do caso específico, a experiência evidenciou o valor das rodadas de negócios como ferramenta de internacionalização. “Não há forma mais direta de chegar aos compradores do que através da Uruguay XXI. São reuniões presenciais, onde os compradores provam o produto — momentos-chave. Não sei se estaríamos exportando hoje se não tivéssemos participado”, afirmou Sánchez.
Para a Dos Orientales, essa ponte já está em movimento. E a imagem que resume o processo é tão simbólica quanto concreta. “Nos enche de orgulho ver a bandeira do Uruguai nas prateleiras da Argentina com um produto 100% uruguaio”, concluiu.
O caminho, que começou em um contexto adverso, hoje confirma o potencial das empresas uruguaias para competir em mercados internacionais quando contam com produto, estratégia e acompanhamento.
Para a Dos Orientales, o salto exportador não apenas abriu um novo mercado, mas também redefiniu sua capacidade produtiva. Atualmente, sua planta em Montevidéu produz cerca de 45.000 pizzas por mês — o equivalente a 1.100 por dia — e opera no limite, em dois turnos, para atender tanto a demanda local quanto internacional.
“Aqui já tínhamos chegado perto do limite nas grandes superfícies. Sair para o exterior é fundamental para sustentar o crescimento”, afirmou Sánchez. E acrescentou: “Se você acredita no seu produto e consegue um preço competitivo, ele se destaca sozinho”.
A expansão também exigiu decisões operacionais. O aumento da demanda levou à redução da atividade do restaurante — que hoje funciona de quinta a domingo — para priorizar a produção e manter os 35 postos de trabalho vinculados ao negócio.
Paralelamente, a empresa avalia novos investimentos para automatizar processos e ampliar sua capacidade. Os sócios planejam incorporar maquinário automático da Itália, com o objetivo de dobrar o volume de produção e acompanhar o crescimento.
A entrada na Argentina, um mercado próximo, porém exigente, também funcionou como validação. Segundo a empresa, a resposta inicial foi positiva e novos pedidos já estão sendo projetados. Agora, começam a surgir oportunidades em outros mercados. “Estamos olhando para Brasil e Chile como próximos passos. Isso tende a crescer em cadeia”, adiantou. Com esse impulso, estimam encerrar o ano com crescimento de pelo menos 30% no faturamento e dobrar ou até triplicar a produção até 2027.
Além do caso específico, a experiência evidenciou o valor das rodadas de negócios como ferramenta de internacionalização. “Não há forma mais direta de chegar aos compradores do que através da Uruguay XXI. São reuniões presenciais, onde os compradores provam o produto — momentos-chave. Não sei se estaríamos exportando hoje se não tivéssemos participado”, afirmou Sánchez.
Para a Dos Orientales, essa ponte já está em movimento. E a imagem que resume o processo é tão simbólica quanto concreta. “Nos enche de orgulho ver a bandeira do Uruguai nas prateleiras da Argentina com um produto 100% uruguaio”, concluiu.
O caminho, que começou em um contexto adverso, hoje confirma o potencial das empresas uruguaias para competir em mercados internacionais quando contam com produto, estratégia e acompanhamento.