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A Uruguay XXI divulga a música nacional para o mundo a partir do Cosquín Rock 2026
Por meio de um evento de networking no Cosquín Rock, o Uruguai conectará programadores internacionais com artistas locais para impulsionar sua projeção global
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No centro de um dos festivais mais concorridos da região, o Uruguay XXI volta a apostar na internacionalização da música uruguaia. Na edição de 2026 do Cosquín Rock Uruguay, a agência organizará um novo espaço de articulação entre artistas locais e figuras-chave da indústria musical internacional, consolidando uma estratégia que combina visibilidade, profissionalização e geração de oportunidades concretas de exportação.
Com um evento de networking entre programadores de festivais internacionais e empresários de bandas uruguaias, a ser realizado na sexta-feira, 20 de março, em Montevidéu, a Uruguay XXI busca promover o contato direto entre aqueles que definem as programações de eventos na região e os talentos nacionais, facilitando sua inserção nos circuitos internacionais.
Participarão programadores de instituições e festivais do Brasil e da Argentina, como SESC São Paulo, Difusa Fronteira, Centro Cultural Konex, Tribus e Boomerang. Do lado local, estarão presentes empresários de uma ampla diversidade de artistas, desde nomes consagrados até novas propostas emergentes.
Uma política sustentada com resultados
A iniciativa se insere em uma linha de trabalho que a Uruguay XXI vem desenvolvendo no setor das indústrias criativas, com foco na música, que vem apresentando resultados concretos em edições anteriores do festival.
Desses intercâmbios surgiram oportunidades reais para artistas nacionais, como turnês internacionais, contratações e novas conexões profissionais que transcenderam o evento.
Um catálogo que reflete diversidade e projeção
Como parte da estratégia, os programadores internacionais têm acesso a um catálogo de bandas uruguaias que sintetiza a diversidade e a qualidade da cena local.
Baixe aqui o catálogo de artistas uruguaios no Cosquín Rock 2026.
Nele convivem artistas de diferentes gêneros e trajetórias. Desde figuras consolidadas como Julieta Rada —com presença em palcos da América e da Europa— até propostas emergentes como Flor Sakeo, que começou a expandir seu circuito regional com o apoio da Uruguay XXI.
O catálogo também reflete a amplitude estilística da música uruguaia: o cruzamento entre tradição e modernidade em projetos como Rueda de Candombe, a fusão de gêneros em Miel, ou a potência de bandas históricas como Cuatro Pesos de Propina e Trotsky Vengarán.
Até mesmo propostas recentes da cena urbana, como Tussiwarriors, evidenciam uma crescente capacidade de atrair público internacional, com turnês na Europa e na América Latina e milhões de ouvintes em plataformas digitais.
Cosquín Rock: uma plataforma estratégica
O festival não é um palco escolhido ao acaso. Desde sua chegada ao Uruguai em 2018, o Cosquín Rock se consolidou como uma plataforma privilegiada para a música nacional. Sua identidade local, com uma programação fortemente centrada em artistas uruguaios, o torna um espaço ideal para mostrar o talento do país diante de referências internacionais.
Além disso, o evento permite algo difícil de replicar em outros contextos: que os programadores vejam as bandas ao vivo, interagindo com seu público, em um ambiente que reflete a autenticidade da cena local.
Esse contato direto, somado a instâncias formais de networking, gera um ecossistema propício para o desenvolvimento de vínculos profissionais e oportunidades de negócios.
A aposta da Uruguay XXI no Cosquín Rock busca posicionar as indústrias criativas como um setor estratégico dentro da matriz de exportação do país.
A música, em particular, combina valor cultural com potencial econômico. Sua circulação internacional não apenas impulsiona carreiras artísticas, mas também fortalece a imagem do país e gera cadeias produtivas em áreas como turismo, produção audiovisual e serviços culturais.